Como o Sporting parece que não pode viver sem novelas parece que a que começou ontem sobre os delegados Sportinguistas na Federação Portuguesa de Futebol está para durar.

Segundo o que Bruno Mascarenhas disse ontem aos jornais Frederico Varandas ligou-lhe ao fim da tarde e que lhe pediu para falar do seu cargo na Federação e na hipótese de o abandonar.

Bruno Mascarenhas disse que responder a Frederico Varandas, e passo a citar, “Estávamos sintonizados em estar dessintonizados”.

Sou sincero, se tivesse de optar por falar com Bruno Mascarenhas ou Rui Caeiro falaria primeiro com o último. A rábula da participação na comissão de gestão de Bruno Mascarenhas, seguida por integrar a lista de Ricciardi, nunca me caiu muito bem.

Espero que Rui Caeiro se reúna com Frederico Varandas, e aqui concordo que devia partir de Frederico Varandas, para chegar a uma estratégia que ajude o Sporting.

Percebo que neste momento não haja maneira do Sporting ter um representante oficial na Federação por motivos estatutários. Por outro lado há maneira fácil de continuar a ter Sportinguistas nesse mesmo local.

Como tal o ideal aqui seria Rui Caeiro e Frederico Varandas se entenderem para haver alguma cooperação entre ambos em favor do Sporting. Rui Caeiro poderia ter algumas conversas com a direcção antes e depois das reuniões na Federação, e poderiam alinhar alguns pontos. Isto é claro mantendo que não seriam posições oficiais do Sporting, visto Caeiro neste momento não fazer parte de nenhum órgão social do clube.

É uma altura chave para unir, chegar a consensos e criar pontes em vez de as demolir.

5 COMENTÁRIOS

  1. Mandaria o bom senso que ambos pusessem o lugar à disposição da nova direcção, mas parece que não, o que não me admira nada tendo em conta os antecedentes destes senhores.

    • Infelizmente, como escrevi nesse artigo e no anterior, não funciona assim.

      Não podem meter os lugares à disposição desta direcção, por serem cargos eleitos da FPF. Caso se demitam entram para os seus lugares dois adeptos de outros clubes, não do Sporting, ficando o órgão sem adeptos Sportinguistas.

      É isso que transforma isto tudo num problema.

  2. O diágolo e o sportinguismo serão a única solução para um caso que estatutariamente não estará previsto, mas que urge alterar. Até lá, que se envergonhem todos aqueles que afirmem e defendam que o primeiro passo deverá ser dado pela outra parte! Pela contrário, a honra cobrirá aqueles que tiverem a coragem e a dignidade de o dar!…

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