Acabou de ser oficializado o negócio de William Carvalho para o Bétis de Sevilha.

Resumindo rapidamente podemos dizer que caso acreditem que o Bétis irá num dos próximos dois anos à liga dos campeões é um negócio razoável. Mesmo que inferior ao esperado.

Se não acreditarem nisso… Bem então não é grande negócio. Pelo menos para o Sporting.

16 milhões de euros. Mais quatro por objectivos e ficamos com 25% do passe. O Bétis pode comprar 20% desses por dez milhões. Está venda será obrigatória caso o Bétis chegue à liga dos campeões.

8 COMENTÁRIOS

    • Joaquim nascimento ou es lampiao ou es croquete, de qualquer forma o Bruno manda te a badamerda, seu carneiro, me me me me

  1. Qual e percentagem dos 16 milhões vai para os empresários??? Quanto e que vai entrar nos cofres do Sporting??? E uma palhaçada esse negocio, de uma clausula de 40 milhoes , ou algo parecido, vende se por 16 milhoes , sendo que o mendes e o o william devem de receber juntos ai uns 4 milhoes no minimo, ou seja nos cofres do Sporting deve de chegar uns 10 milhoes ou menos, com impostos etc se calhar nem isso, Grande gestao sem duvida desses croquetes.

    • Olha lá, ó jeitoso, meu morcoue, até eu, aqui na Maia, sei que o negócio foi tratado directamente entre clubes.
      Comentas às cegas ou dá-te mais jeito assim?

  2. Para mim a questão nem se põe na ida do Bétis à CL, poi parece-me mais fácil a transferência do jogador para um clube mais poderoso (apesar de tudo, ainda acredito no jogador).
    Quanto ao negócio: não sei se é fraquinho se é o possível n-talvez seja o mais interessante, se atender ao pagamento imediato dos 16 M€

  3. Sabe sempre a pouco… a base do negócio são os 16M por 75% do passe do jogador. Ou seja avalia-se wc por 21 M

    Podendo chegar a 30M por 95%, avaliando desta forma, no cenário optimosta wc por 31,57M.

    Olhando para os números parece um negócio de quem anda apressado para para fazer o negócio. De quem desconsidera o dano causado ao Sporting pelo processo das rescisões e está mais interessado em resolver o problema da perspectiva dos jogadores e sem ligar aos valores morais subjacentes, de quem desconsidera que foi uma ação concertada pelos jogadores (empresários).

    Pode-se olhar para esta transferência na perspectiva de que apesar de tudo garante-se que não se perde tudo, provavelmente, se o Sporting fosse mais intransigente wc e os outros jogadores teriam dificuldade em encontrar clube e ai era garantido que receberíamos muito menos.

    Mas não me sai da cabeça que sabe a pouco. Desiludido por tudo isto. No final são os jogadores que levam a melhor, aumento de salário garantido.

    • Encontrei este artigo na Tasca.

      http://ibdd.com.br/consequencias-do-caso-matuzalem/

      “o referido art. 17 diz que a parte que rescindir um contrato sem justa causa deverá indenizar a outra. Na hipótese de que não haja uma prefixação contratual deste montante (como seria o caso da cláusula penal no Brasil), o cálculo da indenização deve considerar os seguintes elementos: a lei do país onde o contrato está sendo executado, a especificidade do esporte e outros critérios objetivos que incluem a remuneração e outros benefícios devidos ao atleta durante o contrato existente ou durante o novo contrato; o tempo restante do contrato, sujeito a limitação de 5 anos; os gastos que o clube teve na contratação do atleta (amortizados pela execução do contrato) e se a quebra está inserida dentro do “período protegido” estabelecido pela FIFA.”

      Ora no caso dos nossos jogadores existe uma “prefixação contratual deste montante”…

      Também achei engraçado algumas comparações com antigas transferências que fizemos, nomeadamente o Semedo 14M vs 16 M wc

      Dá que pensar, no mínomo!

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