Não gosto dos lampiões. É algo que não tenho o mínimo pudor de dizer. Quero que percam todos os jogos, em Portugal, na Europa e até na China. mas mais que o ódio o que sinto por eles é desprezo. Por isso quando os vejo em Alvalade, com a sua sobranceria habitual, mas a serem derrotados, nada me dá mais gozo do que gritar a plenos pulmões seguindo a Curva Sul: GRAÇAS A DEUS QUE NÃO NASCI LAMPIÃO!

Gosto do cântico. Entra bem no espírito do derby. É uma transmissão simples, clara e directa do nosso asco sentido por aquela gente.

Isto quando eles estão lá para o ouvir. Mas este ano no fim de cada jogo, e muitas vezes a meio, lá vem o cântico. Não gosto. Confesso que me chateia, e quase enoja.

Não quero dar mais valor aquela gente do que eles merecem. Não quero que venham dizer que passamos a vida a pensar neles. Quando eles estão presentes, devem levar com todos os canticos ofensivos que nos lembrarmos. Com todas as tarjas que a Curva Sul tão bem consegue idealizar.

Mas quando eles não estão presentes, não se lembrem deles. Lembrem-se apenas do nosso clube. O Sporting é mais importante que qualquer outro clubezeco, e que qualquer outra palermice.

Troquem, quando não estamos a jogar contra o clube de Carnide, o “Graças a Deus que não nasci lampião”, por um tão mais belo “Graças a Deus que nasci um Leão!”

Fica o desafio!
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6 COMENTÁRIOS

  1. É o que eu digo, vem tratar-te. Encontras por cá muita gente para aturar e dar trato à tua esquizofrenia …!!!!

    Tão limitado. Só podias mesmo ser miau, benza-te Deus.

  2. A música ser cantada no final de cada jogo é uma espécie de tradição que vem das modalidades tudo começou com jogadores a dirigirem se até à curva com os braços no ar para festejar e sempre que eles vem ter connosco que o fazemos SL tor Ver

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