O Sporting lidera isolado a fase de apuramento de Campeão Nacional de Juniores B (Juvenis). Quatro pontos de vantagem para o segundo classificado, e apenas três jogos para o fim.

E claro a presença do melhor jogador desta geração Diogo Brás.

Mas Diogo Brás no último jogo foi expulso, com vermelho directo, sendo o castigo dessa mesma expulsão apenas conhecido amanhã.

Entretanto surgiu o rumor que poderia levar dois jogos de castigo, e com isso condicionar a luta do Sporting pelo título. Agora vejamos um lance recente num jogo nosso, feito por um adversário.

Ricardo Matos depois deste lance levou um jogo de castigo:

Um jogo de castigo. Uma agressão clara a um jogador caído no chão. Sinceramente até acho suave o castigo. E é dizer pouco.

Agora fica aqui o lance de Diogo Brás:

Sinceramente nem vejo o que pode ter levado a dar vermelho. Pena não haver repetições, mas nunca será nada de demasiado grave. Isto mesmo que tenha agredido o adversário terá sido no calor de uma disputa, bem diferente de uma agressão a um jogador caído.

Claro que caso seja agressão o vermelho é bem mostrado, e o jogo de castigo necessário.

Será que vão mesmo ter o descaramento de tentar dar dois jogos por este lance?

Quem não conhece Diogo Brás já agora, veja estes dois golos dele nesse jogo entre Sporting e Benfica clicando aqui.

2 COMENTÁRIOS

  1. Epá isto são miúdos o importante é aprenderem, têm é de aprender a jogar à bola e não se picarem com os adversários… Se levar 2 jogos é justo é uma agressão, vamos deixar-nos de treta.
    Se levar dois jogos é merecido seja nosso jogador ou de outro clube, agressão é agressão.

  2. Inacreditável meus caros. O Diogo Brás levou 3 jogos. Já não joga mais este campeonato. A mafia em todo o seu esplendor não brinca em serviço e estão mais enraivecidos do que nunca. O “conselho de disciplina” está a soldo dos lampiolhosos e perdeu a vergonha. Alerta com as arbitragens nos últimos 3 jogos. Os nossos miúdos têm de se superar. file:///C:/Users/TOSHIBA/Desktop/CO%20334%20CDSNP%20Sumarios%2009_06_2016.pdf

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