Segundo jogo de qualificação com Fernando Santos, segunda vitória. Resultado suficiente, mas nem por isso convincente.

A táctica foi bem mais ofensiva que a dos recentes seleccionadores, com um numero 10 de raiz em campo, e apenas dois médios centro.

E no meio campo esteve um enorme problema. João Moutinho, outrora um motor no meio-campo, anda num estado de forma demasiado baixo. O seu rendimento comprometeu toda a táctica, e mais uma vez fica no ar a noção que Adrien neste momento teria feito mais e melhor.

O ataque tinha muitas unidades, algum esforço, mas rendimento abaixo do pretendido. Cumpriu os serviços mínimos marcando o golo da praxe. Fica também a ideia que um tridente com Ronaldo ao meio, auxiliado por Nani e Quaresma pode ser a nossa melhor solução. Os pontas de lança “puros” estão cada vez mais longe de convencerem.

Na defesa, bem os dois centrais, e muitissimo bem Raphäel Guerreiro. O Luso-francês estreou-se pela selecção principal rubricando uma belissima exibição.

No lado direito o regressado Bosingwa fez um jogo razoável, mas não me pareceu que tenha feito melhor que Cédric tem feito. E tendo em conta a idade do jogador do Sporting, devia ter sido este a jogar.

Rui Patrício podia ter sido um espectador atento apenas, mas foi ainda colocado à prova em alguns lances de contra ataque. Os quais respondeu à altura.

Um jogo morno que escapa apenas pelo resultado, e pelos três pontos conquistados.

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