video árbitro

Na Alemanha o Video-Árbitro começou desde o inicio da presente temporada e apesar de ter funcionado bem na generalidade dos casos existia um padrão algo estranho quando tocava ao Shalke 04.

Um pouco à imagem do que em Portugal temos visto com o Fábio Veríssimo nos jogos na Luz. Ou no caso de Rui Costa ter sido passado a vídeo-árbitro no jogo do Sporting depois de ter prejudicado o Sporting ao recusar uma opinião do vídeo-árbitro num jogo por si arbitrado.

Mas na Alemanha as coisas foram desde já colocadas no lugar e intervieram de forma a afastar Hellmut Krug, chefe do sistema vídeo-árbitro naquelas bandas.

Por cá quem trata das nomeações é Luciano Gonçalves e os seus amigos. Para quando o afastamento desta corja do poleiro, junto dos amigos da Federação?

3 COMENTÁRIOS

  1. É preciso ter uma grandesíssima lata para vir aqui queixar-se do VAR depois do que se viu em alvalade…o cúmulo da hipocrisia!! tratem-se!!!

    • Em dois posts diferentes falamos disso. O Braga foi prejudicado sim, mas o Sporting também. No lance do Braga por acaso o erro é 100% do árbitro, o VAR não podia intervir.

      No do Sporting podia, e devia, ter marcado penalti e expulsado o jogador do Braga que o cometeu, visto já ter amarelo.

  2. Das imagens pode concluir-se que:
    O “árbitro assistente” (não há refª a “juízes” na versão original das “Laws of the Game”) estava, pràticamente, no “enfiamento” do jogador que remata e do guarda-redes.
    Esse enfiamento passa, aparentemente, pela baliza, o que se pressupõe que se a bola não tivesse sido desviada, tinha nela entrado.
    Não há qualquer jogador no enfiamento que pudesse desviar a bola, sem ser o guarda-redes.
    Os defesas não têem condições para chegar à bola sem o desvio.
    O árbitro principal (não há refª a “juízes” na versão original das “Laws of the Game”), não tinha condições para sequer imaginar a trajectória da bola.
    O árbitro auxiliar tinha condições para poder deduzir a trajectória da bola.
    O “VAR” tinha à sua disposição meios técnicos para analisar a situação e houve uma situação de golo iminente.
    Pergunta:
    “E se fosse” outro clube o prejudicado pela decisão?
    Se calhar se fosse com outro clube seriam outras as decisões. Nunca saberemos!
    O “dono” das conversas só deixa vê-las a quem muito bem quer.
    Entretanto, na Alemanha, averiguaram todos os pormenores da actuação de árbitro do VAR e “despediram-no.
    Cá têem acontecido várias situações vergonhosas e … nada!

Deixar uma resposta