Fábio Coentrão

Nem sempre, dentro do campo, as coisas correm como queremos. Fomos à luta, não fomos felizes e isso deixou-nos revoltados. Vivo cada jogo como se fosse o último da minha vida. Não gosto de perder e, muito menos, quando é proíbido fazê-lo. Quero ser campeão pelo meu Sporting CP. Senti-me frustrado e reagi como sou, autêntico e genuíno. Sou um homem e não uma máquina. Que me desculpem todos aqueles que fazem parte da Família Sportinguista pelo que fizemos e por alguma atitude menos refletida no jogo em Setúbal. A mágoa e a revolta pelo que ontem aconteceu continuam, e pensei em todos aqueles que, no estádio ou na televisão, também sentiram o mesmo que eu senti. O futuro é já o próximo jogo, na quarta-feira. O destino de todos nós, Sportinguistas, é sermos felizes. E vamos sê-lo, com atitude e compromisso. A nossa união continua a ser de aço!

Estas palavras de Fábio Coentrão, e a imagem que fica de ontem ele estar desesperado por fazer tudo para o Sporting vencer, aquecem a alma, e servem de murro violento no estômago de quem alguma vez duvidou do seu Sportinguismo.

Está descansado Fábio, a nossa união continua de aço. Quarta feira lá estaremos todos a puxar por vocês, e sabemos que irão em campo compensar tudo aquilo que correu menos bem ontem.

Estavamos desiludidos ao ver uma vitória escapar daquela forma. Nem sequer é preciso grande imaginação para perceber que sentias o mesmo, ou ainda pior. A tua cara revelava isso mesmo.

E mal acabou o jogo vimos aqueles de vermelho a tentarem meter fogo na comunicação social, a tentarem de alguma forma castigar-te. Mas a atitude irreflectida que tiveste foi logo sancionada com o amarelo por parte do árbitro, por isso todo o castigo que te podiam fazer foi logo feito.

O maior castigo vi-mos bem na tua expressão, foi não ter saído de Setúbal com os três pontos. Vamos em frente, e no fim ainda vamos festejar todos o campeonato!

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