Hoje vem num jornal, e depois incendiado ao limite, que Bruno de Carvalho tem um carro bloqueado. Vêm logo o coro de muitos Benfiquistas, o ocasional Portista, e um ou outro croquete, a falar da falta de classe do Presidente do Sporting. Isto quando esta mesma gente se espalha em loas a Luís Filipe Vieira, presidente da agremiação de Carnide.

Mas como temos boa memória, lembramos um caso de 2008, na altura publicado no Jornal de Notícias. Vamos lembrar as declarações de um condutor, que teve o infortúnio de se cruzar com Luís Filipe Vieira e o seu Motorista.

“Estava um senhor dentro de um automóvel a buzinar e a dizer para me despachar, chamando-me nomes”. Reparou que ao lado do condutor seguia Luís Filipe Vieira. “Abriu o vidro e chamou-me palhaço. Quando olhei e vi quem era, disse-lhe para terem calma e depois desabafei ainda por cima são do Benfica”.

Depois disso, voltou a entrar n o banco, seguido por Luís Filipe Vieira e pelo motorista. Tiago Pina garante que, à vista de funcionários e clientes, o empregado do presidente encarnado foi direito a ele e desferiu-lhe um soco na cara. “Caí no chão e depois ainda me deu vários pontapés na cabeça. Ainda estou negro. As pessoas que estavam no banco é que vieram em meu auxílio”. Tal como relatou à Polícia, Tiago conta que, enquanto o motorista o agredia, “o presidente afastou-se”. “Depois, quando saíram, ainda os vi a apontar a matrícula do meu carro”, acrescenta.

Após ter sido assistido no Hospital de Santa Maria, foi à esquadra da PSP de Telheiras e apresentou uma queixa por injúrias contra Luís Filipe Vieira e outra por ofensas à integridade física contra o motorista. “Conto com o apoio dos funcionários do banco que viram tudo e também com as imagens das câmaras de vigilância”, salientou.

Tiago Pina endereçou o assunto ao seu advogado que, de imediato, contactou pessoas ligadas a Luís Filipe Vieira. “Sim, houve um contacto, mas de momento não posso adiantar muito. A situação está a ser analisada”, referiu o advogado Pedro Malta da Silveira. Tiago Pina assegura que lhe foi proposto um acordo “Ofereceram-me 2500 euros para eu retirar a queixa. Não quero dinheiro, só um pedido de desculpas”.

Mas realmente, o mau carácter é Bruno de Carvalho…

 
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