Há um jornal tido como de referência que se dedica à filhadaputice para produzir quantidades industriais e #jornalixo na linha de uma #cartilha institucional bem conhecida que, apesar de desmascarada pelo próprio Expresso, possui tentáculos activos sem qualquer tipo de controlo.

Mencionar jornalismo de referência com filhadaputice e #jornalixo na mesma frase parece estranho. Mas se o nome é o Expresso faz todo o sentido.

Lança uma série de boutades e insinuações sem sequer as fundamentar. Dizem ser este jornalismo de referência. As tiradas parecem ter sido plasmadas da célebre #cartilha. Não há diferença alguma. A #cartilha tem direito a coluna de (opinião) insulto no Expresso. BdC criticado a cada seu escrito no Facebook. BdC criticado por anunciar a sua retirada do Facebook. #jornalixo premium. BdC, tipo perigoso, de raciocínio errático, lunático, o tipo que, enquanto representante do #SportingCP há 4 anos defende medidas como a introdução de novas tecnologias no futebol com o recurso ao vídeo-árbitro, ou como maior transparência no futebol através da publicitação dos relatórios até agora secretos dos árbitros. Todas essas propostas erráticas e perigosas são hoje promovidas pela FIFA ou FPF/LPFP. Outra ideia perigosa passa pela valorização e promoção da Liga, com a centralização dos direitos de TV para distribuir maiores receitas por todos os clubes, de modo a prover uma maior competitividade dos clubes nacionais.

Este texto do Expresso é indigno, insultuoso e provocatório. Para que não restassem dúvidas, fizeram questão de se referir a uma grande instituição nacional centenária de modo depreciativo.

Parece que BdC é um perigo real para poderes instaladas que parasitam o futebol, estando alguns dos seus representantes sentados nas redacção do Expresso. Publicaram um texto de ódio, de assassinato de carácter. Não houve uma milésima de indignação quando um adepto do #SportingCP foi assassinado às mãos de uma claque ilegal, a qual conta no seu historial com outro assassinato em pleno Jamor. Um #jornalixo de causas #encartilhado.

Deontologia não existe na imprensa portuguesa.

Deixar uma resposta