Lei 1 – O terreno de jogo
– Além de serem permitidos os logotipos das equipas nas bandeirolas de canto, os relvados podem ter uma superfície mista de relva natural e artificial.

Lei 3 – Os jogadores
– Se um substituto, um jogador que tenha sido expulso, um treinador ou elemento do staff interfere com o jogo, provocando a sua paragem, haverá um livre directo (ou penálti) contra a equipa do infractor. Antes, havia lugar a livre indirecto ou bola ao solo.
– Se um objeto ou alguém que não um jogador em campo, tocar uma bola que acaba por ir para a baliza, o árbitro pode aplicar a lei da vantagem e decretar golo.

Lei 4 – O equipamento dos jogadores
– Os calções de licra devem ser da mesma cor dos utilizados por toda a equipa e da mesma cor que os calções do equipamento.
– Um jogador que abandone o campo para mudar de botas só pode regressar com autorização do árbitro.
– Um jogador que perca uma bota ou caneleira pode continuar a jogar até à interrupção seguinte do jogo.

Lei 5 – O árbitro
– Os juízes da partida têm autoridade para agir desde o momento em que entrem no relvado para o inspecionar antes da partida. Desta forma, um jogador pode ser expulso por uma infração cometida no aquecimento. No entanto, o árbitro só pode mostrar cartões amarelos a partir do início do jogo.
– Os jogadores que se lesionem devido a uma falta que provoque a expulsão do adversário não são obrigados a sair do campo para serem assistidos. O mesmo se aplica se o jogador estiver apto a voltar ao jogo em menos de 20 segundos desde a entrada da equipa médica.

Lei 7 – Duração do jogo
– O tempo que se estipula para hidratação dos jogadores é agora oficialmente adicionado ao final da partida.

Lei 8 – O início e o reinício do jogo
– A bola não tem de mover-se para a frente no início da partida. Só é necessário que se mova, independentemente da direção.

Lei 10 – Golos
– A decisão sobre a baliza onde será feito um desempate por penáltis realizar-se-á com moeda ao ar, mas dependendo da estado do terreno ou de factores de segurança. Deixa de ser uma decisão do árbitro.
– O juiz não precisa de ser informado da ordem dos jogadores escolhidos para o desempate por penáltis, mas caso uma das equipas tenha um maior número de jogadores em campo, deve excluir os que tem a mais e informar o árbitro.

Lei 11 – Fora de jogo
– Nem as mãos nem os braços devem ser considerados no momento de determinar a posição adiantada. Aplica-se ao caso dos jogadores que estão a atacar e também aos que estão a defender, incluindo o guarda-redes.

Lei 12 – Faltas e incorreções
– Um livre ou um penálti só se pode assinalar quando a bola estiver em jogo.
– Acabou a lei do chamado ‘castigo triplo’, que estipulava expulsão, penálti e suspensão quando um jogador cometia uma falta dentro da área para impedir uma oportunidade clara de golo. Agora, o árbitro tem de avaliar se o defesa tentava jogar a bola de forma limpa – nesse caso, não é expulso. Mas se obstruir, agarrar ou empurrar o adversário; não jogar a bola ou não ter a possibilidade de a conquistar quando faz a entrada; ou se tratar de uma falta merecedora de cartão vermelho em qualquer parte do campo, como conduta violenta, o jogador é sempre expulso.
– Uma ação violenta é punida com cartão vermelho mesmo se não houver contacto.
– Uma ofensa contra os árbitros é castigada com um livre direto ou penálti.
– As faltas cometidas fora de campo são punidas com livre direto na linha limite mais próxima. Se for na continuação da grande área, será penálti.

Lei 14 – Penálti
– Os jogadores que façam a paradinha depois de terem começado a corrida em direção à bola são admoestados por comportamento antidesportivo. Fazer simulações durante a corrida é permitido.
– Os guarda-redes que se adiantem demasiado antes da marcação do penálti são admoestados.

Lei 15 – Lançamento de linha lateral
– Os jogadores que impeçam a cobrança de um lançamento lateral a favor da equipa adversária serão admoestados se estiverem a menos de dois metros de distância.

Lei 17 – Pontapé de canto
– O texto foi alterado e agora pode ler-se “a bola está em jogo no momento em que é pontapeada e claramente se mova”. Com isto, procura-se evitar que os jogadores toquem a bola de forma antidesportiva e pretendam que não marcaram o pontapé de canto, de forma a queimar tempo.

2 COMENTÁRIOS

  1. Lei 12

    – Uma ofensa contra os árbitros é castigada com um livre direto ou penálti.

    Nova forma de legitimar os penaltis a favor do venfique: “o jogador X riu de uma forma ofensiva, estava dentro da grande área logo marquei penalti”

  2. A da ofensa contra os árbitros é ridícula… de resto, se esta lei já estivesse em vigor no ano que passou o Rui Patrício não poderia ter sido expulso contra o Tondela, já que ele não só foi à bola, como tocou antes na mesma. Um conselho só para o último parágrafo (sem querer armar-me em professor) “pretendam que não marcaram” veio do inglês “pretend” que é mais no sentido de fingir, logo “finjam que não marcaram será mais correto.

    Boa informação, obrigado!

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